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Segurança em administração beira-leito

Por Pixeon em 26 de Maio de 2015

administração no beira leito

Sabemos que um hospital precisa administrar com cuidado as particularidades de cada paciente e suas necessidades individuais. Quanto mais humanizados e próximos são os serviços, maiores as chances do atendimento ser bem sucedido e de qualidade, fidelizando o paciente.

 

Hoje em dia, para prestar um bom serviço e ser sempre a primeira opção na cabeça de um paciente, é preciso se certificar de diversos pormenores, desde o momento da admissão no hopsital, até a alta. Uma das etapas que pode contribuir para fomentar a credibilidade da unidade é a administração beira-leito.

 

Não são poucas as falhas registradas em hospitais em relação ao trato dos pacientes. É comum haver troca de prescrições e laudos e, com isso, consequentes erros no momento de administrar medicamentos. Em um consultório, o médico redige a receita e transfere a responsabilidade da compra e uso dos produtos ao paciente, que será o responsável pela utilização. Por outro lado, quando o paciente está internado, essa responsabilidade passa a ser do hospital e exige um alto grau de atenção por parte de toda a equipe, para, de fato, evitar falhas humanas na administração beira-leito.

 

Com a finalidade de minimizar esses erros, é preciso que o controle de medicamentos seja feito de forma precisa desde o momento em que o médico realiza a anamnese. Com um sistema HIS, o controle da administração dos medicamentos por parte dos técnicos, já no leito hospitalar, pode ser feito por meio de um simples bipe na pulseira do paciente.

 

Em muitas instituições de saúde, a mecânica da administração de medicamentos ainda é analógica – após a prescrição, cada paciente é identificado por um saquinho que contém o nome dos remédios, sua posologia e demais orientações complementares. Como o número de pacientes em uma unidade é alto, se não for utilizado um sistema capaz de fazer o cruzamento dos dados médico-paciente-equipe, a chance de falhas durante o processo é muto grande. Com um sistema HIS, a partir do momento da prescrição, é possível que o médico acione a farmácia do hospital, registrando as informações e garantindo que o paciente seja localizado em um momento posterior, o da administração medicamentosa. Bipando a pulseira do paciente, o técnico faz uma busca  no banco de dados do sistema e, no terminal de busca, é exibida uma tela com todas as medicações prescritas para ele. Com uma simples conferência automática de dados todo o controle beira-leito se conclui, informando, inclusive, com um bipe no smartcard do funcionário responsável, qual técnico foi responsável pela administração dos medicamentos e em que momento isso aconteceu.

 

Outro ponto positivo de ter um sistema HIS é que ele também consegue registrar procedimentos. Muitas vezes, para uma administração beira-leito bem sucedida, é preciso que os técnicos realizem uma série de ações como: dar banho no paciente, realizar nebulização prévia, fazer o controle da pressão arterial, etc. Tudo isso pode ser registrado via código de barras, bipando o procedimento na tabela, para posterior checagem e registro no sistema. Dessa forma, é possível também controlar o desempenho dos funcionários e se cada operação foi realizada da forma correta.

 

Quer mais informações sobre segurança em administração beira-leito? Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais!

 

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