A acreditação hospitalar é uma prática fundamental para garantir a qualidade dos serviços de saúde e fortalecer a credibilidade das instituições.
Trata-se de um método de avaliação que estabelece requisitos a serem seguidos para assegurar uma assistência eficiente e contínua.
Um dos melhores caminhos para alcançar a acreditação é o investimento em um sistema de gestão hospitalar.
Essas ferramentas inteligentes otimizam processos internos e proporcionam um ambiente com um cuidado mais centrado no paciente.
É disso que falaremos neste conteúdo, por isso, convido você para continuar a leitura para entender o que é a acreditação hospitalar e como um bom sistema de gestão contribui para uma assistência de qualidade. Confira!
A acreditação hospitalar é um processo formal que visa a padronização de práticas nas instituições de saúde, visando otimizar a qualidade assistencial para os pacientes e melhorar a eficiência da unidade em sua totalidade.
A busca por qualificações e pela definição de padrões de qualidade na área da saúde existe há décadas. Em 1952, foi criada nos Estados Unidos a The Joint Commission (TJC), que estabeleceu normas e padrões, elevando o nível de exigência na qualidade dos hospitais daquele país.
No Brasil, a acreditação hospitalar se tornou um tema relevante na década de 1990, com a fundação da Organização Nacional de Acreditação (ONA).
Atualmente, a ONA e a Joint Commission International (JCI) são as principais acreditadoras em hospitais brasileiros, reconhecendo instituições que atendem a critérios rigorosos de qualidade e segurança.
A acreditação hospitalar é realizada por organismos especializados que avaliam se uma instituição de saúde atende aos padrões de qualidade e segurança estabelecidos.
Os principais responsáveis pela acreditação incluem a ONA e a JCI.
No Brasil, os níveis de acreditação hospitalar definidos pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), são:
Para ser considerada acreditada, a instituição de saúde precisa cumprir em 70% ou mais os padrões pré-definidos pela ONA em termos de qualidade e eficiência. Isso vale tanto para as áreas assistenciais quanto para os fatores estruturais das instituições.
Instituições que atingem o nível de Acreditado Pleno cumprem em 80% ou mais os critérios de qualidade e eficiência organizacional. Os padrões da ONA para essa definição são a fluidez da rotina corporativa, a integração de processos e a comunicação plena entre os departamentos.
Instituições no nível de Acreditado com Excelência são aquelas que cumprem ou superam em 90% os critérios de qualidade e eficiência no dia a dia de trabalho.
Na prática, isso diz respeito à demonstração de uma cultura organizacional em constante evolução, clima corporativo saudável e alinhamento completo entre os colaboradores.
Uma forma de compreender melhor os níveis de eficiência nos processos institucionais é avaliar constantemente os indicadores de desempenho, tanto no nível operacional interno quanto em relação à qualidade da assistência prestada ao paciente.
Existem dois tipos de acreditação hospitalar: nacional e internacional.
A acreditação nacional segue critérios e normas específicas para o contexto da saúde no Brasil, visando garantir a qualidade dos serviços prestados em instituições de saúde locais.
Por outro lado, a acreditação internacional está alinhada às melhores práticas globais, permitindo a comparação entre instituições de diferentes países.
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Algumas das principias acreditações hospitalares são:
A certificação é um reconhecimento formal que verifica se a instituição atende a determinados padrões e normas técnicas, como a ISO 9001.
Já a acreditação é um processo que compreende uma avaliação contínua das práticas de saúde da instituição, como segurança e qualidade do atendimento.
A acreditação hospitalar traz diversas vantagens, entre elas:
O processo de acreditação hospitalar deve ser feito por uma Instituição Acreditadora Credenciada, responsável por conduzir os processos de avaliação segundo os padrões ONA. Com isso, as etapas podem variar, mas, em geral, envolvem:
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Ao integrar ferramentas tecnológicas nos fluxos de trabalho, as instituições de saúde otimizam suas operações e, assim, alcançam os padrões exigidos para a acreditação. A seguir, destacamos alguns pontos importantes que apontam a importância de contar com a tecnologia nesse contexto.
Atualmente, quando se fala de otimização de processos e eficiência, é comum pensarmos de imediato nos sistemas de gestão de hospitais.
Isso porque essas ferramentas ajudam as unidades a entender os gargalos operacionais, criar padrões de sucesso e retroalimentar estratégias para uma atuação mais eficaz e humanizada.
Com o auxílio de um sistema de gestão hospitalar, a instituição consegue ter dados reais sobre as áreas em que se perde ou ganha eficiência, de modo a corrigir gargalos e replicar padrões que vêm dando certo.
É importante entender que não existe um padrão geral para a acreditação hospitalar, pois este é definido conforme a especialidade da unidade e, assim, é preciso considerar uma gama enorme de variáveis para padronizar cada área.
A acreditação hospitalar, além de otimizar todos os processos de uma unidade – desde a coleta de lixo até a parte de dispensação medicamentosa – impacta diretamente na eficiência do atendimento e na gestão de recursos operacionais.
Afinal, são identificados os gargalos e construídos planos de ação. O resultado é um aumento na produtividade e uma assistência de mais qualidade.
Um bom software de gestão precisa contar com recursos de análise de indicadores.
Isso acontece porque, para que a instituição de saúde alcance os padrões de acreditação hospitalar, é necessário se guiar por indicadores e relatórios de desempenho.
O objetivo é validar estratégias e replicar padrões de sucesso.
Outro item valioso nos sistemas de gestão são os recursos de controle orçamentário. Com esse suporte, o fluxo de informações fica mais acurado, evitando falhas de comunicação que poderiam gerar glosas, gastos e outros inconvenientes, como a repetição desnecessária de consultas ou procedimentos onerosos.
Os sistemas digitais conseguem corrigir esses gargalos porque trabalham com a confiabilidade dos dados.
Como a base de informações é unificada, todos os colaboradores têm acesso à mesma interface, o que evita que algo importante se perca nos fluxos de comunicação.
Podemos citar ainda a eficiência nos agendamentos como mais uma vantagem do sistema de gestão hospitalar. As plataformas digitais automatizam esse processo, de modo a evitar confusão de horários e esquecimentos.
O próprio sistema faz o envio automáticos dos lembretes de consultas e exames, permitindo assim gerenciar a agenda dos profissionais de maneira muito mais assertiva.
Esse fluxo de contato otimizado se estende aos serviços da telemedicina, para os quais são utilizados recursos de emissão virtual de laudos, receituários e atestados devidamente assinados pelo profissional responsável.
Os colaboradores passam a concluir mais tarefas em menos tempo, pois a tecnologia simplifica o acesso à informação e aos recursos necessários.
A comunicação fluida entre os membros da equipe garante que todos estejam sempre cientes das atualizações e procedimentos, promovendo uma cultura de colaboração e eficiência.
Com a automação, as tarefas são realizadas consistentemente, diminuindo a probabilidade de erros.
Dessa forma, a redução de retrabalhos libera os profissionais para se concentrarem em novas demandas e na melhoria do atendimento, resultando em uma experiência mais satisfatória para o paciente.
Pixeon é a empresa brasileira com um dos maiores portfólio de softwares para o mercado de saúde.
Nossas soluções atendem hospitais, clínicas, laboratórios e centros de diagnóstico por imagem, tanto em gestão (HIS, CIS, RIS e LIS), quanto no processo diagnóstico (PACS e Interfaceamento laboratorial), garantindo mais desempenho e gestão de alta performance em instituições de saúde.
O software HIS/CIS para hospitais e clínicas, Pixeon Smart, é completo e integra toda a instituição em um só sistema, além de ser certificado no mais elevado nível de maturidade digital pela SBIS (Sociedade Brasileira de Informática em Saúde).
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