Gestão Hospitalar: entre desafios e oportunidades

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desafios da gestão hospitalar, Gestão Hospitalar: entre desafios e oportunidadesA administração de instituições de saúde é de complexa compreensão. Existem características tão peculiares que a organização parece não se enquadrar em um modelo de gestão. Mas, ainda assim, deve gerar lucro ou, em caso de entidades públicas, provar sua viabilidade econômica.

O termo gestão sugere a ideia de dirigir, analisar e decidir. Na área da saúde não é diferente: o gestor hospitalar precisa de dinamismo para definir e alcançar as metas organizacionais, considerando a tríade instituição, profissionais e pacientes. Desta forma, alguns dos desafios recorrentes na gestão hospitalar são tornar o trabalho mais produtivo, proporcionar ótimo ambiente para os profissionais, administrar as responsabilidades e melhorar o processo de atendimento ao paciente.

Com as incertezas da população e dos executivos diante do recuo da economia brasileira no último ano, o setor de equipamentos médico-hospitalares registrou queda de 9,9%. Por outro lado, no primeiro semestre de 2016, o mercado de saúde suplementar – planos e convênios médicos – apresentou crescimento superior a 10% se comparado ao mesmo período em 2015.

Gestão Hospitalar: entre desafios e oportunidades

Os dados de recuo e avanço, mesmo que discretos, tornam uma gestão eficiente ainda mais necessária. Diante deste cenário, o gestor hospitalar precisa ter o negócio nas mãos, usar uma “bússola” que o possibilite identificar as informações estratégicas, táticas e operacionais.

Instituições com visão de futuro e bom gerenciamento conseguem manter suas taxas crescentes. O segredo é saber controlar gastos e suprimentos, para evitar desperdícios de materiais e a manutenção de estoques elevados. Além disso, é indispensável observar o controle de custos continuamente, revisar os níveis de performance e checar o faturamento para que todo procedimento realizado seja cobrado, evitando a glosa. Atenção a esses pontos auxilia no bom andamento dos negócios. Porém, o gestor hospitalar necessita ter todas as informações de que precisa em um HIS (Hospital Information System) muito bem estruturado.

Este sistema de gestão deve gerar indicadores que pautem a percepção dos gestores sobre eventuais ajustes no caminho e deixe-o saber como está recepção, ocupação de leitos e tempo médio de permanência do paciente, por exemplo. O HIS permite incluir controles, regras e fluxos de trabalho que reduzem os erros e diminuem a taxa de glosa em até 8%, sendo possível conhecer melhor os números da instituição para conseguir diminuir os custos e aumentar a produtividade e a qualidade do atendimento.

Gestão Hospitalar: entre desafios e oportunidades

Esta dica pode parecer óbvia, mas não é. Os hospitais ainda investem pouco em tecnologia. No último ano, segundo dados da ANAHP (Associação Nacional de Hospitais Privados), somente 6% dos investimentos do setor de saúde foram em TI, enquanto em outros mercados, como comércio e serviços, os aportes nesta área foram superiores a 7,5%. É um crescimento muito tímido, ainda mais porque os investimentos não devem ser apenas em equipamentos tecnológicos, mas também em softwares de gestão e Business Intelligence.

Os benefícios do sistema de gestão hospitalar são inúmeros: é possível, por exemplo, controlar todo o processo que permeia o atendimento aos pacientes, garantindo que estes recebam medicamento e tratamento corretos. Além disso, integra diversos setores da instituição – desde a central de autorização, assistência e atendimento até o faturamento e relacionamento com os convênios –, o que melhora a comunicação, auxilia na tomada de decisões e torna o negócio mais eficiente.

Escrito por:

Pixeon
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