Medir a qualidade da assistência em saúde reduz falhas, otimiza recursos e garante uma experiência mais segura e satisfatória ao paciente. Os indicadores de desempenho assistencial cumprem esse papel acompanhando a performance da equipe e a efetividade dos processos de cuidado.
Com eles, os gestores têm uma visão clara sobre pontos fortes e fragilidades do atendimento. Além disso, identifica oportunidades de melhoria e aumenta a confiabilidade dos serviços prestados.
Neste artigo, conheça exemplos práticos e veja como a tecnologia apoia a coleta, análise e aplicação desses dados na rotina hospitalar. Confira!
Importância de medir os indicadores de desempenho assistencial
Acompanhar os indicadores de desempenho assistencial é fundamental para avaliar a qualidade do cuidado prestado. Ao medir esses resultados, as instituições identificam falhas, corrigem desvios e reforçam práticas que garantem mais segurança.
Essa análise promove um cuidado mais resolutivo, centrado nas necessidades reais do paciente.
Quando as atividades são monitoradas, líderes e equipes deixam de atuar apenas por percepção e passam a contar com dados concretos para tomar decisões. Isso fortalece a confiança no atendimento e impulsiona melhorias consistentes na rotina hospitalar.

Quais são os principais indicadores de desempenho assistencial?
Acompanhar os indicadores de desempenho assistencial ajuda gestores e colaboradores a agir de forma inteligente e melhorar continuamente a experiência assistencial. A seguir, listamos as métricas mais utilizadas para esse monitoramento.
Tempo de atendimento ao paciente
O tempo de atendimento é medido desde a chegada do paciente até o início efetivo do cuidado, refletindo a agilidade e a organização das operações internas, como triagem e alocação de equipe.
Para melhorar, é preciso otimizar fluxos, treinar os times e usar tecnologias de eficiência para agendamento e acompanhamento em tempo real. Diminuir esse tempo aumenta a satisfação e segurança do paciente, além de facilitar ajustes imediatos e proporcionar mais eficácia no atendimento.
Tempo médio de permanência
O tempo médio de permanência controla quantos dias, em média, as pessoas permanecem internadas, avaliando a rapidez dos fluxos assistenciais e o uso de recursos hospitalares.
Para minimizar períodos excessivos sem comprometer a qualidade, a tecnologia ajuda a revisar protocolos, agilizar exames e intervenções e planejar a alta de forma criteriosa. A coleta diária de dados identifica tendências e gargalos e, assim, o hospital equilibra proteção, gasto e cuidado resolutivo.
Taxa de reinternação
A taxa de reinternação mede a frequência de retorno do paciente em curto prazo após a alta, indicando se houve falhas no cuidado inicial, alta precoce ou ausência de plano terapêutico adequado. Para melhorar esses índices, é necessário um acompanhamento pós-alta, orientações claras e ajustes nos planos de cuidado.
Monitorar esta métrica diminui riscos e custos, além de elevar a segurança. A análise detalhada implementa medidas preventivas e melhora a continuidade do cuidado.

Taxa de infecção hospitalar
A taxa de infecção hospitalar é calculada pelo número de casos relacionados à internação em relação ao total de pacientes. É um indicador sensível à qualidade da assistência e ao cumprimento de protocolos de proteção.
Para minimizar infecções, hospitais podem reforçar higienização, treinar funcionários e controlar protocolos de isolamento. O acompanhamento automatizado e constante dessas ações possibilita intervenções rápidas e prevenção de complicações.
Adesão a protocolos clínicos
A adesão a protocolos clínicos é medida pelo percentual de procedimentos realizados seguindo as diretrizes estabelecidas. Esse KPI impacta na padronização do cuidado e na redução de variações desnecessárias.
Para melhorar, é importante capacitar equipes, revisar protocolos regularmente e usar ferramentas digitais de monitoramento. Acompanhar a adesão garante resultados mais previsíveis e seguros. O uso de dashboards e relatórios auxilia em ajustes rápidos e maior consistência assistencial.
Como a tecnologia apoia o monitoramento da assistência?
A tecnologia tem um papel central no acompanhamento da qualidade assistencial, humanizando a jornada do paciente e ajudando os gestores a acompanhar dados a qualquer momento.
Abaixo, confira os pontos positivos de implementar ferramentas digitais nesse processo.
Integração entre prontuário eletrônico e indicadores
A integração entre prontuário eletrônico e indicadores extrai dados diretamente da rotina clínica sem depender de lançamentos manuais. Dessa forma, é possível reduzir erros, agilizando a coleta e assegurando informações mais precisas sobre desempenho assistencial. A integração também facilita relatórios padronizados e comparações ao longo do tempo.

Alertas automáticos
Os alertas automáticos são configurados para notificar os líderes sempre que uma métrica ultrapassa limites definidos, acelerando respostas a problemas e evitando que possíveis falhas se prolonguem. Essas ferramentas fazem ajustes rápidos em protocolos, redistribuição de recursos e sinalizam intervenções imediatas.
Dashboards com indicadores em tempo real
Dashboards oferecem uma visão consolidada e atualizada de todos os KPIs assistenciais em tempo real, identificando tendências, gargalos e oportunidades de melhoria. A visualização intuitiva facilita o acompanhamento dos funcionários e o desempenho de operações críticas.
Acompanhar métricas assistenciais é o caminho para garantir segurança, eficiência e qualidade no cuidado.
FAQ – Quais os principais indicadores de excelência no cuidado?
1. O que é a taxa de reinternação?
A taxa de reinternação avalia com que frequência o paciente retorna em pouco tempo após receber alta, sinalizando possíveis falhas no atendimento inicial, altas antecipadas ou a falta de um plano teraputico bem estruturado.
2. O que é tempo médio de permanência?
O tempo médio de permanência indica quantos dias, em média, os pacientes ficam internados, ajudando a avaliar a eficiência dos fluxos assistenciais e a utilização dos recursos do hospital.
3. O que é adesão a protocolos clínicos?
A adesão a protocolos clínicos corresponde ao percentual de procedimentos executados conforme as diretrizes definidas, influenciando diretamente a padronização da assistência e ajudando a diminuir variações desnecessárias no cuidado.
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