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A integração de todas as áreas do hospital

Por Pixeon em 12 de março de 2015

Quando uma orquestra começa a tocar e a harmonia dos sons dos instrumentos cria aquele belíssimo arranjo, ficamos boquiabertos. Como podem tantos musicistas, com habilidades e atribuições diferentes, se unirem para criar algo tão incrível? O maestro tem papel crucial na apresentação, liderando as atividades musicais executadas pelo grupo, de forma que haja coerência e andamento na peça executada pela orquestra. Assim, quando um trabalho é bem planejado e executado, é comum dizer que ele foi “bem orquestrado” ou “executado com maestria”.

 

 

Embora possa parecer um pouco fora do tom, a integração de todas as áreas do hospital é crucial para o bom andamento da rotina e dos controles da instituição: o processo de admissão de um paciente, de exame e diagnóstico, tratamento e posterior alta – tudo precisa ser organizado e documentado, para evitar problemas, tanto com o paciente, como com uma possível glosa com o convênio. Neste momento, um sistema de gestão hospitalar faz, para o hospital, o papel do regente para a orquestra.

 

 

A porta de entrada para a integração de todas as áreas do hospital é, literalmente, a entrada. O momento em que o paciente é admitido no hospital é feita uma triagem que leva em consideração o tipo de emergência, já que uma pode ser diferente da outra – há casos em que o paciente precisa de atendimento imediato, outros que podem esperar um pouco mais. O sistema de HIS tem uma classificação de risco, ou seja, classifica que caso é prioridade na ordem de atendimento. Ainda, o sistema não leva em consideração apenas os pacientes emergenciais, mas aqueles que buscam atendimento rápido numa clínica ou para a execução de um exame.

 

 

Após a triagem, o paciente vai para a fila de espera do médico ou técnico selecionado para examiná-lo ou realizar seu exame. O prontuário eletrônico (PEP) foi gerado no momento do cadastro do paciente, durante a triagem, e tudo o que acontece a partir desse momento pode ficar registrado. Assim o profissional responsável pelo paciente em cada etapa do processo tem acesso a todos os protocolos dele, todo o registro clínico, exames, evoluções médicas e de enfermagem, pedidos e prescrições, além de ser capaz de fazer buscas através de filtros por data, médico responsável, data do procedimento e outras segmentações.  

 

 

Em uma situação hipotética, o médico responsável por determinado paciente pode considerar que ele precisa realizar um exame laboratorial ou exames de imagem. Pelo próprio sistema, ele faz o pedido de exame, que pode ser emitido em uma guia de solicitação, caso o paciente vá realizá-lo em outra instituição de saúde ou na mesma instituição. Para prescrever medicamentos sem perda de tempo, o médico pode solicitar que todos os medicamentos de sua confiança sejam cadastrados em seu sistema, nas dosagens padrão, utilizando o bulário do sistema. Ainda, em um caso específico, é possível criar um alerta para uma alergia do paciente, por exemplo, a Dipirona. Assim, se ele for encaminhado para um outro profissional que não saiba sobre essa alergia, ele será informado pelo sistema que essa substância não pode ser administrada ao paciente.

 

 

Assim que o medicamento é prescrito, com discriminação de horário e dosagem para o paciente, o pedido dos medicamentos pode ser enviado de forma fácil e digital para a farmácia do hospital e o enfermeiro responsável realiza o aprazamento, aguarda avaliação do farmacêutico logo após, envia a solicitação à farmácia do hospital. O responsável no almoxarifado dá baixa no estoque de medicamentos e outros materiais necessários para o paciente e, automaticamente, uma confirmação é enviada para o enfermeiro responsável. Esta se dá através da leitura do crachá do funcionário que recebe esse material ou medicamento. Assim, o setor responsável pode informar se está faltando ou sobrando medicação ou material, informando imediatamente à farmácia se houver alguma falha no envio para reparar o erro naquele mesmo momento. Aliás, é possível controlar todas as solicitações feitas ao hospital, sejam elas verbais ou solicitações por pedido. Ou seja, toda a solicitação de material é controlada, para evitar extravio de medicamentos e eventuais desperdícios.  

 

 

Quando o paciente passa por todo o tratamento necessário para sanar seu problema e recebe alta médica, isso significa que ele pode ir para casa. Com o fluxo orquestrado pelo sistema, essa informação também vai para seu prontuário eletrônico e, desta forma, não há lacunas no sistema de integração de todas as áreas do hospital – além do PEP, é possível saber precisamente o tempo de leito de cada paciente, os materiais utilizados, os medicamentos administrados, se o paciente está ou não em carência. Dessa forma, é possível ter controle financeiro, administrativo, de pessoal e suprimentos, além de prestar um serviço organizado e de qualidade aos pacientes do hospital.

 

 

Tem dúvidas sobre a integração de todas as áreas do hospital? Entre em contato com a nossa equipe!

 

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