Medir a qualidade do atendimento ao cliente vai além de verificar tempos de espera e eficiência de processos. Significa garantir que cada paciente viva uma experiência positiva, segura e humanizada, do primeiro contato até o final do atendimento, contribuindo para aumentar a satisfação.
Isso é possível com o acompanhamento de indicadores claros e atualizados, que mostram caminhos para melhorar a operação. Apesar dos desafios para interpretar dados e transformar informação em prática, existem estratégias para alcançar esse objetivo.
Neste artigo, entenda a importância da qualidade no atendimento ao cliente e conheça os 5 indicadores para mensurar os resultados deste processo. Confira!
A importância da qualidade no atendimento ao cliente
A qualidade no atendimento ao cliente é uma maneira de construir uma relação de confiança, oferecer uma experiência única e tornar cada contato significativo para o paciente. Medir o nível de excelência ajuda a identificar forças e pontos críticos, promovendo uma cultura de melhoria contínua.
Ao acompanhar indicadores de atendimento, como satisfação e tempo de espera, a clínica compreende o impacto direto no cuidado e no vínculo com o seu público. Os dados guiam as decisões estratégicas e elevam os processos internos, aumentando a rapidez e previsibilidade nas operações.
Com essa prática, o paciente recebe um contato mais humanizado e a organização fortalece sua reputação, gerando maior satisfação, fidelização e destaque no mercado.
5 indicadores para medir a qualidade do atendimento na clínica
Acompanhar indicadores de atendimento ajuda a transformar dados em decisões estratégicas para melhorar a experiência do paciente.
Tempo de espera, retorno não programado, satisfação, absenteísmo e tempo de ciclo são pilares para conquistar qualidade e agilidade. A seguir, conheça os cinco principais KPIs.
1. Tempo médio de espera
É o intervalo entre a chegada do paciente e o início do atendimento médico. Reduzi‑lo aumenta a satisfação e contribui para uma percepção positiva da clínica.
O tempo de espera elevado pode causar frustração e levar à desistência do atendimento. Monitorar esse indicador permite identificar gargalos nos agendamentos, ajustar horários e otimizar o fluxo de pacientes, garantindo uma jornada mais fluida e menos desgastante.
2. Taxa de retorno não programado
Mede quantos pacientes atendidos voltam por não terem seu problema resolvido na primeira consulta. Um índice alto indica diagnósticos incompletos ou comunicação deficiente entre médico e paciente. Acompanhá‑lo ajuda a corrigir falhas e melhorar a assertividade no atendimento.
3. Nível de satisfação do paciente
É avaliado por pesquisas rápidas após a consulta, abordando atendimento médico, estrutura e recepção. Os dados obtidos oferecem uma visão clara do que funciona e do que precisa melhorar.
Medir a satisfação fornece insumos para aprimorar a experiência da clínica. Ao identificar pontos críticos da jornada, os gestores podem trabalhar com mais agilidade, reforçando o vínculo com o paciente e aumentando as chances de retorno.
4. Taxa de absenteísmo
Revela a proporção de faltas às consultas marcadas e diagnostica fragilidades no atendimento. Um índice alto indica dificuldades com horários, comunicação ou confirmação de agenda.
Acompanhar a taxa de pacientes que faltam sem aviso ajuda a entender falhas de comunicação ou problemas na experiência. Com base nesses dados, é possível adotar estratégias como lembretes automáticos e confirmação prévia, reduzindo lacunas na agenda e otimizando o uso da capacidade instalada.
5. Tempo de ciclo do atendimento
Analisa toda a jornada do paciente, do agendamento à finalização da consulta. Identificar gargalos com esse indicador torna cada etapa mais clara e eficaz para todas as partes. Um fluxo otimizado diminui desperdícios, aumenta a satisfação e mantém uma experiência mais fluida e positiva.
Esse dado demonstra se os profissionais estão conseguindo cumprir os horários planejados. Ao manter o equilíbrio entre agilidade e atenção, é possível evitar atrasos em cascata e melhorar a percepção de cuidado por parte do paciente.
Como melhorar a qualidade no atendimento ao cliente?
Melhorar a qualidade no atendimento ao cliente começa por colocar o paciente no centro de todas as decisões. O primeiro passo é treinar e capacitar a equipe para oferecer atendimento humanizado e ágil, desde a recepção até o médico.
Profissionais preparados tornam a comunicação mais clara e transmitem mais segurança e conforto para quem busca atendimento.
Outro ponto importante é organizar e monitorar as atividades internas para tornar o atendimento mais rápido e previsível.
Investir em tecnologia para centralização de dados e automação de etapas ajuda a minimizar erros e retrabalhos, enquanto o uso de indicadores de qualidade e satisfação orienta os profissionais para melhorar continuamente a experiência oferecida.
Escutar o paciente e transformar suas percepções em planos de ação. Aplicar pesquisas de satisfação, oferecer múltiplos canais de contato e acompanhar de perto o retorno de cada caso são práticas que fortalecem o vínculo com o público e tornam o atendimento mais humano e personalizado.
Acompanhar indicadores de qualidade no atendimento é uma prática que fortalece a tomada de decisão na clínica e orienta melhorias. Quando monitorados com consistência, esses dados ajudam a reduzir gargalos, elevar a satisfação dos pacientes e tornar o cuidado mais ágil e seguro.
Mais do que medir, é preciso agir com base nas evidências. Ao integrar tecnologia, capacitação da equipe e uma cultura voltada para o paciente, a clínica passa a oferecer uma experiência mais fluida, previsível e acolhedora. O resultado é um atendimento mais eficiente e um relacionamento mais sólido com quem busca cuidados de saúde.
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