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Quais os principais problemas que o RIS pode solucionar na radiologia?

Por Clodoaldo Domingo Filho (Diretor Executivo Ecoimagem) em 3 de outubro de 2017

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As tecnologias, independentemente do setor, estão sendo utilizadas para solucionar alguns dos problemas antigos de muitas empresas e instituições. O mesmo acontece na saúde, com softwares que focam em desafios-chave dos colaboradores, pacientes e médicos. Uma dessas tecnologias é o RIS (Radiology Information System), solução que oferece ferramentas para centros de diagnóstico por imagem.

 

Quando se pensa em dificuldades, não se trata apenas de uma constatação, mas de enxergar oportunidades para encontrar melhores resultados. Também não são apenas os problemas que trazem inovações, mas o impulso para facilitar procedimentos e aumentar o desempenho. O RIS trabalha com os dois lados: resolver obstáculos e otimizar o que já está dando certo. Porém, para conseguir ver os benefícios, listamos uma série de situações que precisam do apoio do RIS.

 

Pré-RIS: como se pensava na gestão?

 

Antes da adoção do RIS, uma das grandes dificuldades está associada com a gestão em diferentes níveis. Primeiramente, a gestão dos pacientes causava transtornos desnecessários. Não havia como controlar, ou seja, saber informações exatas sobre cada pessoa, desde entrada, saída, marcações e desmarcações, tudo era feito com morosidade. A consequência era um atendimento mais demorado e a produtividade dos colaboradores, menor.

 

Quando se trata da gestão do paciente e, por sua vez, da agenda de controle, é necessário avaliar a flexibilidade que um RIS pode proporcionar. Ou seja, um RIS que permite agendar uma consulta e, posteriormente, identificar em qual unidade ou quais exames serão feitos. O que, antes da tecnologia, era impossível em tempo hábil. Por isso, para simplificar os procedimentos, o RIS conversa com o usuário e entende qual a rotina do usuário. Em outras palavras, é intuitivo, efetivo e cumpre o que se propõe a entregar.

 

Outro ponto são os relatórios gerenciais. Quando há um fluxo de procedimentos e é preciso emitir relatórios, na versão pré-RIS se corria o risco de perder informações em algum dos pontos de atendimento ou de existir erros de registro. O RIS proporciona o acompanhamento deste ciclo: agendamento, atendimento, resultados. No final, ainda consegue emitir um relatório gerencial com dados de cada etapa e da finalização do fluxo.

 

Basta imaginar que antes do RIS, a utilização da ferramenta Excel era bastante popular. Num primeiro momento, é até possível manter o controle. Porém, com a quantidade de atendimentos, retornos e outras variáveis, o usuário se torna muito mais propenso a cometer um erro. No relatório gerencial do RIS há indicadores de desempenho fundamentais para os profissionais, por exemplo: tempo médio de atendimento, tempo médio de espera, faturamento por convênio, quantidade de atendimentos, entre outros. O mais importante: o gestor pode observar as informações e tomar uma ação estratégica.

 

RIS: integração e comunicação entre tecnologias

 

Não basta uma tecnologia isolada. Atualmente, cada uma soluciona um problema e os sistemas precisam estar conectados para alcançarem o melhor desempenho possível. É fundamental que uma solução, como o RIS, permite a integração e comunicação com o PACS e outros sistemas de parceiros. Se um usuário precisa preencher os dados dentro de um sistema próprio da instituição, a integração com RIS facilita a tarefa e minimiza erros. Como era antes? Preenchia-se um documento em Excel e transportava para outro sistema, isso quando a tecnologia permitia. Caso contrário, era preciso imprimir os dados e digitá-los manualmente no sistema.

 

O RIS permitiu uma evolução que impacta na questão do histórico e no relacionamento médico-paciente. O histórico permite que a instituição trabalhe com segurança em cima de informações confiáveis. São dados que contém anotações do médico, prescritor e do próprio paciente. No pré-RIS, havia apenas um sistema básico, sem integração, somente com nome do paciente, e-mail, nome do médico e CRM. Determinadas vezes, se o CRM estivesse inativo, acabava gerando glosas.

 

RIS: qual o faturamento correto e em tempo real?

 

Um dos grandes benefícios no quesito financeiro é quando a instituição consegue identificar o faturamento em tempo real. O ganho é imenso: planejamento mensal com mitigação de riscos. O RIS permite que exista um planejamento mais real, em cima de informações precisas do faturamento de modo instantâneo. Isso tanto na questão de custos, gastos e quantidade, como no quesito qualidade.

 

É possível averiguar a qualidade da instituição por meio do RIS? Sim. Antes havia uma série de papéis na recepção pedindo feedback, que raramente eram preenchidos.Na maioria das vezes, eram utilizados por pacientes com problemas e no calor do momento. Dentro do RIS, consegue-se integrar uma pesquisa de qualidade integrada, como complemento do cadastro.

 

Quando o paciente que realizou o exame tem o seu laudo liberado, ele recebe um e-mail com um link para uma pesquisa de satisfação sobre a instituição. Pré-RIS, havia um preenchimento de pesquisa em papel entre 30 e 40 clientes. Hoje, é mais de 60% de feedbacks das 600 pessoas atendidas diariamente.

 

RIS: tecnologia do agora

 

Neste artigo, foram elencados apenas alguns dos principais problemas solucionados pelo RIS e como é possível aumentar: produtividade, planejamento, qualidade, relacionamento. No entanto, a tecnologia está em constante evolução, aprimorando e integrando. Porém, é impossível pensar atualmente em otimização sem contar com softwares específicos que fornecem flexibilidade e customização, características que fazem parte do RIS.

 

Está com algum problema e quer saber se o RIS pode solucioná-lo? Deixe um comentário com suas dúvidas e sugestões!

 

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