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Segurança do paciente: como proteger dados e informações pessoais

Por Pixeon e Boa Consulta em 4 de janeiro de 2022

Segurança do paciente: como proteger dados e informações pessoais

Além da saúde e do bem-estar, que devem estar em primeiro lugar no atendimento, instituições como clínicas e consultórios precisam estar atentas a outros bens dos pacientes: os seus dados pessoais. É preciso assegurar todo o conteúdo de informações de pessoas que é retido nos centros de saúde, garantindo a segurança do paciente.

A responsabilidade quanto a essas informações é grande e, por isso, é de suma importância investir em formas de manter os dados dos pacientes seguros, principalmente com o crescimento dos prontuários eletrônicos disponibilizados na internet.

Pensando nisso, é preciso se atentar aos motivos para investir em segurança de dados dos pacientes on-line, assunto sobre o qual falaremos neste artigo. Confira!

 

Por que é importante garantir a segurança do paciente em relação aos dados?

Ao manter os documentos digitalizados, a possibilidade de perda, desgaste temporal ou roubo de documentos físicos é praticamente eliminada. Ainda assim, é preciso proteger os dados armazenados localmente, já que não é somente a segurança digital que deve ser considerada. Afinal, boa parte dos prejuízos com informações pode surgir do ambiente real

Uma das vantagens do ambiente virtual é permitir restringir os dados e selecionar qual perfil de funcionário pode acessar determinadas informações. Com isso, o controle de processos e autorizações é muito mais eficiente, protegendo os dados dos pacientes.

Possuir um ambiente digital seguro também traz mais conforto para os médicos e os pacientes, uma vez que uma plataforma com acessos por autenticação com senhas e códigos de segurança pode facilitar a comunicação entre as partes, além de aumentar a produtividade diária.

Além disso, garantir a segurança do paciente também contribui para uma boa imagem da clínica.

 

Quais são as consequências do vazamento de dados para a segurança do paciente?

A resolução n° 1997/2012 do Conselho Federal de Medicina atua para garantir o sigilo de prontuários médicos. Sendo assim, as clínicas que sofrem vazamento de informações enfrentam consequências tanto de imagem quanto legais.

Um paciente ou seus familiares (no caso de um falecido) podem se sentir lesados com a difusão de sua intimidade. Existem cenários, como o uso de entorpecentes ou DSTs, que causam constrangimento aos pacientes que se encontram nessa situação. Quem tem essa confidencialidade violada pode se sentir no direito de entrar com um processo legal contra a clínica por não garantir a segurança do paciente, não mantendo dados pessoais e privados de sua vida resguardados.

Além de sofrer com problemas jurídicos, a clínica pode passar a ser vista com desconfiança, já que paciente nenhum deseja fazer seus exames em uma instituição que não garante o sigilo das informações. Nesses casos, os danos à imagem da clínica podem ser irreparáveis.

 

Então, como garantir a segurança dos dados do paciente?

 

1. Conte com fornecedores de tecnologia confiáveis

É de fundamental importância que a clínica conte com fornecedores que tenham boa reputação no mercado para garantir a segurança da informação e o compliance na saúde.

Quando se trata da segurança do paciente, não se pode pensar apenas em economizar. Existem serviços para clínicas de todos os portes. Sendo assim, o recomendado é buscar uma empresa que atenda às necessidades da instituição e que seja adequada à realidade dela.

 

2. Estabeleça mecanismos de segurança

Autenticação com login e senha, ou até mesmo em dois passos, com tokens enviados para o smartphone do usuário, por exemplo, são formas de garantir mais proteção ao sistema de segurança do paciente.

A gestão de autorizações baseada em perfis também deve ser feita de maneira muito atenta e ser auditada periodicamente pela clínica, para garantir que apenas os usuários autorizados tenham acesso a determinadas informações dos pacientes.

 

3. Mantenha softwares atualizados

Atualizações de segurança em firewall e antivírus dos computadores e redes que acessam as informações são extremamente importantes. Nesse sentido, uma equipe de TI qualificada deve estar sempre vigilante quanto a essa questão para evitar ao máximo incidentes com os dados dos pacientes.

 

4. Tenha cuidado ao digitalizar processos

Ao digitalizar processos, é importante seguir a dica de sempre pensar como se estivesse trabalhando com documentos em papel.

Por exemplo, observe as medidas mais importantes que seriam tomadas para evitar que um prontuário fosse perdido ou, pior, que parasse nas mãos de pessoas não autorizadas, expondo o histórico de saúde do paciente.

Em outros cenários, analise como a clínica evitaria, de maneira analógica, que os documentos de contabilidade estivessem visíveis para todos dentro do consultório.

Ao adotar medidas como essas, cada gestor deve estar atento às características individuais da clínica para escolher a melhor alternativa de manter a segurança do paciente, evitando as situações que levariam à perda, ao roubo ou ao vazamento de informações.

Uma maneira de garantir a guarda adequada desses dados, além de oferecer um formato mais confortável e moderno de atendimento ao paciente, é realizar teleconsultas. Com um sistema desenvolvido especificamente para esse fim, é possível manter a segurança do paciente.

Quer saber mais sobre essa possibilidade? Confira este conteúdo:

Teleconsulta Pixeon: sistema completo para o atendimento a distância com segurança

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