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O que você deve saber sobre um sistema de gestão hospitalar

Por Grace Leite Santos em 10 de julho de 2018

É comum que as instituições médicas estejam mais preocupadas com a aquisição de equipamentos para otimização de atendimento, procedimentos, etc. Porém, uma questão que nem sempre é levada em consideração é a necessidade primordial de um sistema de gestão hospitalar completo. Como isso? Vemos constantemente novidades sendo lançadas no mercado, com funções que priorizam a humanização e outros pontos que realmente são excelentes. Mas, não se vê igual valorização do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP). Ele é o primeiro que não só deve estar instalado, mas funcionando completamente.

Um sistema de gestão hospitalar que seja eficiente não pode ser um quebra-cabeças desmontado e com peças faltando. Por essa razão, quando falamos do PEP, que é uma tecnologia transformadora nesta área, é preciso que ele esteja sendo absorvido por inteiro na instituição. É o contrário de ter pequenos pedaços, como um pedido de exame eletrônico, mas o restante manuscrito. Dessa forma, torna-se impossível avaliar sua eficiência, pois não se está dentro de um cenário em que estão disponibilizadas 100% das funções.

Sistema de gestão hospitalar: inteiro para ser eficaz

Quais os impactos de um sistema de gestão hospitalar com o PEP pela metade? Quando isso ocorre, há uma consequência ou risco bastante grande para um dos ativos mais relevantes da instituição de saúde: a confiabilidade dos dados. Imagine perder um documento desses por conta de uma forte chuva que, infelizmente, provocou inundações e acabou danificando permanentemente uma “parte do prontuário” que ainda era feita em papel. Perde-se tudo: diagnósticos, laudos, cuidados do paciente, etc.

No final, volta-se para a questão que envolve um sistema de gestão hospitalar realmente eficaz. Há uma movimentação forte em torno dos equipamentos que estão surgindo, o que pode ser proveitoso se a casa estiver em ordem. Dessa forma, para integrar tecnologias inovadoras, não se deve esquecer da parte básica: o investimento do armazenamento de dados eletrônico.

 

5 benefícios para hospitais e pacientes

O PEP, como sistema de gestão hospitalar, traz diversos benefícios que devem ser aproveitados integralmente:

 

1. Gestão das informações

Com a necessidade de lidar diariamente com uma equipe multidisciplinar, é natural que todos gerem informações sobre sua especialidade. A parte que pode ser um complicador é quando não existe uma forma de distribuir isso e deixar todos na mesma página. Assim, o PEP pode auxiliar no compartilhamento dos conhecimentos gerados.

Quando se conta apenas com papel e caneta, há dificuldades que vão desde as mais práticas, como uma letra ilegível, até as horas gastas numa busca dentro de um prontuário físico. Um sistema de gestão hospitalar deve garantir que não exista tempo perdido, pois sua função é aumentar a produtividade. O PEP facilita a gestão de informações entre todos os profissionais que estão envolvidos num tratamento: médico, fisioterapeuta, psicólogo,etc. Todos têm acesso ao que precisam e, por conta disso, conseguem mais agilidade no atendimento ao paciente.

 

2. Dúvidas sobre CID

Caso o profissional precise tirar uma dúvida sobre a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID), o sistema de gestão hospitalar poderá fornecer a informação a partir de apenas um clique no sistema. Não será preciso consultar livros físicos.

 

3. Protocolos clínicos

O sistema de gestão hospitalar com PEP em pleno vapor, poderá contar com a facilidade da automatização de protocolos clínicos. Se há risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC), por exemplo, poderá ser sugerida uma conduta padrão a ser seguida: quais os exames deverão ser solicitados, medicações que poderão ser administradas, etc. Lembrando que é um auxílio para o profissional. Será o médico o responsável pela tomada de decisão.

 

4. Automatização de processos

As operadoras de saúde cobram informações bastante específicas que requerem um detalhamento dos relatórios médicos. Imagine se cada médico tiver que decorar a regras de operadoras diferentes. Bastante complicado e desnecessário. Um sistema alinhado com a instituição pode dar subsídio para o cumprimento do que os convênios pedem e alertar quando, por exemplo, o profissional solicitar algum exame que o plano não cobre ou exija um relatório.

 

5. Redução de custos

A reunião das funções do sistema de gestão hospitalar irá contribuir com a agilidade da liberação das contas médicas. A operadora não encontrará o que glosar. Na parte de recebimento (contas a receber), terá mais dinamismo para cobrança, pois ao prescrever um exame, o sistema já colocará na conta do paciente, sem necessidade de digitar novamente as informações.

 

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