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Pré-requisitos para escolher um bom parceiro de TI na saúde

Por Daniela Bichara em 15 de agosto de 2017

ti na saude Qual é o objetivo do hospital? É aumentar os atendimentos e crescer ou permanecer na mesma situação em que se encontra? Quais são os investimentos de TI na saúde que estão na programação financeira? São apenas três perguntas, mas respondê-las corretamente é o que decidirá não só quem será o melhor parceiro de TI na saúde, mas quais os rumos que a instituição de saúde pretende tomar. Por mais que o argumento de que ainda não existe demanda suficiente para procurar soluções especializadas seja usual, não há nenhuma questão sobre o assunto. Falaremos do motivo na sequência.

 

Se o hospital tem bem definido para onde quer ir em seu planejamento estratégico, já é hora de começar a pensar nas ferramentas de TI na saúde e nos fornecedores que farão parte da mesma caminhada. Sobre o tamanho da instituição de saúde, o ideal é que desde o começo exista um parceiro que irá crescer na mesma proporção. Na subida de pequeno para grande hospital, possuir um software de gestão escalável permitirá um acompanhamento eficiente e obtenção de maior quantidade e qualidade de dados. É uma forma ainda de criar um mindset relacionado aos equipamentos entre os colaboradores manutenção, manuseio e inserção de informações.

 

Os avanços tecnológicos de TI na saúde permitem que os hospitais estejam cada vez mais amparados para realizar procedimentos de rotina e obter precisão no diagnóstico. É uma mudança na prestação de serviços e uma evolução em diversos aspectos do segmento. Por isso, o tamanho da instituição não é significativo. O importante é saber que é preciso crescer com parceiros confiáveis. São fornecedores que entregam mais do que uma ferramenta, mas apresentam soluções específicas que podem ser o diferencial para a obtenção de benefícios como: produtividade, economia em custos com desperdícios, atendimento mais ágil, entre outros.

 

Quer entender como funciona a TI na saúde na prática? Acesse o case da Santa Casa de Recife. Nele, mostramos como um bom parceiro em tecnologia pode fazer diferença em números e resultados.

 

TI na saúde: pré-requisitos para parceiros  

 

É possível estabelecer como primeiros pré-requisitos: escalabilidade e entregas de solução de acordo com a demanda da instituição. Segundo reportagem do portal Exame, outro ponto-chave para escolher e se relacionar com fornecedores é a transparência. Apenas com transparência será possível construir um ambiente de interações saudáveis e éticas. No contexto da reportagem, são apresentados os desafios de grandes empresas. Porém, ao se falar de fornecedor, as relações acabam sendo muito próximas. As instituições e parceiros têm uma missão em conjunto: alcançar integridade e responsabilidade pelas necessidades do outro. Um parceiro deve não apenas atender a demanda, mas estar presente para garantir que a instituição alcance os seus objetivos.

 

Nisto, entramos no âmbito médico ao verificar se a relação parceiro-instituição está crescendo da mesma maneira. O parceiro ideal deve atender necessidades que surgem com o desenvolvimento da outra parte, como, por exemplo, integrações entre sistemas, PACS, gestão de agenda, entre outras funcionalidades fornecidas pela TI em saúde. Exemplo: nenhum financeiro comporta um grande número de glosa. Qual a solução? Contar com um parceiro que irá disponibilizar um sistema de gestão de acompanhamento para conseguir o faturamento correto.

 

A TI em saúde exige mais de investimento em infraestrutura. No entanto, não é um gasto. São aquisições que aumentarão o backoffice e permitirão que os profissionais possam trabalhar com o planos de saúde de uma forma muito mais eficiente e mitigar glosas. Um dos exemplos é o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), com toda a facilidade de integração e funcionalidades que simplificam os procedimentos, acaba gerando mais agilidade e satisfação. Por isso, um bom parceiro deve estar pronto para possibilitar o acesso a equipamentos de alto nível em todas as fases de crescimento da instituição. Também é responsável por permitir integrações amigáveis para atender especificidades de cada local.

 

A flexibilidade é outro ponto que conta favoravelmente em um parceiro. O Smart Health é uma Ferramenta compatível com Múltiplos Bancos de Dados, inclusive Bancos de Dados gratuitos. Dessa forma, a instituição pode contratar um gratuito e ir agregando e investindo posteriormente, de acordo com a evolução do hospital e prioridades.

 

Os produtos de alto nível são de uma profundidade muito maior. Em TI na saúde, os parceiros devem estar preparados para oferecer equipamentos, consultorias, suporte e pesquisa para integrações com sistemas. Até onde um PEP pode ir? Divide-se por especialista e, com poucos cliques, se tem acesso a exames, opção de solicitar um procedimento e enviar automaticamente, sem sair do sistema. O que além de agilidade, diminui filas e aumenta produtividade.

Em resumo, um bom parceiro é o que está pronto para apostar no objetivo da instituição e não medir esforços para oferecer sempre equipamentos e soluções de ponta. Por esse motivo, não se trata apenas de um fornecedor, mas de uma empresa que oferecerá segurança, transparência e ética.

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