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Por que é importante procurar por tecnologias confiáveis escaláveis em radiologia médica?

Por Marcos Verbena (Gerente de T.I.C. Ultrimagem) em 21 de novembro de 2017

Radiologia médica: é importante procurar por tecnologias confiáveis escaláveis?

 

É preciso pensar a longo prazo. Isso vale para diversas ocasiões: em empresas de diferentes ramos, no planejamento pessoal e profissional, na área da saúde. Quando se fala em saúde, englobamos ainda mais especificidades: hospitais, clínicas, radiologia médica. Por qual motivo? Quando se deseja o crescimento é preciso estar preparado para quando ele acontece. Nem todos estão preparados para escalar, por mais que exista demanda de mercado ou que a instituição apresente um diferencial competitivo.

 

Quais são os impeditivos para escalar? No setor da radiologia médica, podem ser citados: desorganização interna, gestão sem processos, necessidade de capacitação e falta de ferramentas que acompanham o aumento de atendimentos sem perder a qualidade. Muitos são pegos desprevenidos quando acontece o “boom” do crescimento. Por isso, pensar a longo prazo é tão importante.

 

Na sequência, você encontrará algumas das principais dicas de como identificar qual tecnologia irá ajudar a organizar todos os processos acima. Também serão citados os motivos-chave que deverão fazer parte da sua decisão de aquisição.

 

A escalabilidade da tecnologia acompanha a da radiologia médica?

 

Um atendimento diferenciado é o fator número um. Ele também guiará a instituição para o caminho certo. Ou seja, nem sempre é preciso adquirir diversos softwares. Quando é possível opinar em relação ao desenvolvimento da tecnologia e ajudar no processo, fica mais fácil de programar o próprio crescimento. Se tiver o norte, um objetivo, de onde se quer chegar, a instituição pode optar por ir integrando as tecnologias até obter um produto final eficiente, que irá atender bem, estável e preparado para escalar.

 

A escalabilidade na radiologia médica, do ponto de vista tecnológico, pode começar com o básico, depois ir para o voice explorer, passar para digitalização e ir agregando vários componentes do software. Dessa maneira, a instituição faz a montagem de uma ferramenta personalizada, que pode atendê-la perfeitamente naquele momento e acompanhar as demandas.

 

Uma solução que funcione corretamente também depende da estrutura que possui por trás. Por exemplo, contar com uma rede confiável, estar atualizado na parte de firewall e proxy, conscientizar os usuários e colaboradores e contar com todos os componentes para manter o software funcionando. O importante é ter disponibilidade.

 

A estabilidade é um ponto a ser enfatizado. Não irá adiantar adquirir uma solução que promete atender completamente a radiologia médica, com um valor alto, excelentes componentes, mas que nem sempre está disponível. O sistema precisa funcionar integralmente. Além disso, para alcançar performance com a associação de componentes, fique de olho nas soluções integradas. A integração e a disponibilidades são duas características no processo de escolha de uma tecnologia.

 

Cresci! E agora? A importância do planejamento

 

Quando se observa muitas instituições fazendo a primeira aquisição de um software em radiologia médica, um dos principais componentes que falta é a preocupação a longo prazo, do gestor com relação ao software que está comprando. De forma direta, o profissional não está avaliando que caso exista necessidade de migração, o processo pode ser bem mais lento. Assim, se houver um crescimento e o software não atender mais haverá um momento de ruptura que afetará todos colaboradores.

 

Quando há uma ruptura de tecnologia, pode haver um quebra de paradigma. Se hoje, é usado o “software A” e ele não me atende por não ter laudo narrado, imagem disponível na internet, não permitir laudar remotamente ou fazer agendamento on-line, há um grande gargalo. O “software A” não resolve mais. O que fazer?

 

Quando o “software A” passa a ficar defasado em proporção ao atendimento da radiologia médica, o pensamento natural é: “agora preciso do software B”. O que acontece pela falta de planejamento para longo prazo. Nesse caso, a “empresa B” pode não conseguir importar os dados do “software A”, terá que haver nova capacitação interna e isso acontecerá na ocasião mais desfavorável que existe: que é quando está em fase de crescimento e precisa melhorar a gestão, além de outras necessidades.

 

6 dicas finais: o que é importante acompanhar em radiologia médica

 

1. Averiguar a escalabilidade do software, se oferece integração e se poderá atender demandas futuras, que virão com o crescimento da instituição.

 

2. Saber se a empresa está sempre alinhada com as novas exigências: fiscais, contábeis e de outros meios. E se oferece atualizações da ferramenta para que a instituição esteja de acordo com os requisitos legais.

 

3. Participar de simpósios, cursos de gestão clínica e eventos com o objetivo de verificar o que as clínicas de vanguarda estão fazendo.

 

4. Verificar também o concorrente. Saber o que ele está usando e que está dando certo.

 

5. Entrar em contato constante com o departamento comercial, como está sendo a usabilidade, o reconhecimento do software.

 

6. Ler todas as novidades em revistas especializadas, acompanhar blogs, como o da Pixeon, sites de notícias médicas e estar sempre trocando ideias com outros gerentes de tecnologia.

 

Com essas dicas, ficará mais fácil de constatar quando uma tecnologia é a correta para a radiologia médica da sua instituição. Ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário abaixo.

 

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