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Gestão financeira na saúde: como ter um ano mais rentável

Por Mallory de Souza Rodrigues em 17 de março de 2020

O custo em manter uma instituição de saúde é alto. Não só pelos custos versus faturamento, mas principalmente pela falta de processos otimizados e que proporcionam menor produtividade. Com isso, a gestão financeira na saúde acaba perdendo eficiência e deixa de aproveitar oportunidades para alcançar o equilíbrio financeiro da instituição. 

Não por acaso, buscar uma solução para tornar a instituição mais rentável é uma meta que sempre se repete no planejamento anual dos gestores. A adoção de algumas práticas podem realmente mudar esse cenário e é sobre elas que falaremos neste artigo. 

Veja a seguir quais são as orientações dos especialistas da Pixeon para ter um ano mais rentável nas instituições de saúde.

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4 práticas para aperfeiçoar a gestão financeira na saúde

Sabemos que uma boa gestão financeira vai além da análise de custos fixos, orçamento e outras questões contábeis. Nos hospitais e instituições de saúde é necessário analisar todos os processos e setores, buscando meios de aumentar a produtividade, eliminar erros e otimizar as atividades do profissionais.

Na recepção, por exemplo, é necessário avaliar o número de atendimentos realizados e quais os custos de manter uma equipe para marcar consultas e exames. O volume de atendimentos gera custos porque é necessário manter funcionários disponíveis para o paciente, quando grande parte dos assuntos poderiam ser resolvidos de forma remota. Um exemplo disso é a retirada de exames online.

Por meio de um sistema online, o paciente consegue visualizar seus exames e até imprimir para levar ao médico. Caso o profissional utilize o mesmo sistema de armazenamento de laudos que a clínica, poderá visualizar os resultados dos exames com o seu acesso. Assim, o paciente não precisa se preocupar em levar os laudos impressos. 

Além disso, o pré-atendimento na recepção da clínica também exige tempo do profissional. O tempo que o recepcionista perde preenchendo formulários e cadastros dos pacientes poderia ser direcionado para atividades mais estratégicas dentro da instituição. 

Esse custo pode ser eliminado com ferramentas que permitam ao paciente fazer seu cadastro antecipadamente. O paciente preenche todas as informações antes de chegar à instituição de saúde e no momento do seu atendimento presencial terá apenas que fazer algumas confirmações. Isso evita que o paciente e os profissionais percam tempo.

Leia também Recepção Digital: inovação na experiência do paciente.

Concentre tudo em um único lugar

Muitas instituições de saúde acabam investindo em ferramentas e sistemas de diferentes fornecedores, com o objetivo de reduzir custos na variedade de fornecedores. Entretanto, o custo-benefício pode não ser tão vantajoso. 

O uso de múltiplas plataformas na saúde impede que as informações fiquem conectadas e visíveis. Isso dificulta análises aprofundadas sobre os gastos da instituição e ainda gera outros problemas de comunicação entre as equipes. 

Para otimizar recursos e otimizar processos, é mais interessante concentrar os processos e atividades em um mesmo sistema. Além de não ter que gerenciar múltiplos contratos, pagamentos e lidar com diferentes modelos de suporte, quando a instituição concentra tudo em um lugar, todos os profissionais têm acesso às informações com facilidade.

Isso pode envolver desde informações sobre os pacientes, até dados administrativos e financeiros da instituição. 

Mantenha os processos organizados

A desorganização na gestão financeira na saúde é um dos principais gargalos nas instituições, que por vezes, trabalham com diversas planilhas e processos manuais. Tudo isso dificulta a rastreabilidade dos dados e gera retrabalho, tornando os dados mais suscetíveis a erros.

Um exemplo comum de falta de organização são os cadastros em duplicidade ou com falhas de informação. Um paciente pode ter mais de um cadastro na mesma instituição por ter sido registrado de diferentes maneiras, seja só com o primeiro ou último nome, ou até mesmo só as iniciais.

Um bom sistema digital vai identificar o paciente pelos seus dados oficiais, como RG ou CPF, e não vai permitir que um cadastro seja realizado de modo incompleto. Tudo isso evita glosas, retrabalho e a perda de tempo dos profissionais do setor financeiro, que não precisam rastrear manualmente as informações dos pacientes e dos procedimentos realizados. 

Leia também A importância do Business Intelligence na gestão da saúde.

Use a mão de obra de forma estratégica

A mão de obra é o recurso mais caro para qualquer instituição, ainda mais no setor de saúde.  Quando mal utilizada gera despesas, impede a geração de receita e o desenvolvimento do negócio. As instituições de saúde devem olhar para o seu efetivo de forma mais estratégica. Tirando a força de trabalho de atividades manuais – e que não são rentáveis para o negócio – será possível direcioná-las para atividades que vão proporcionar melhores resultados e um melhor atendimento ao paciente.  

Gostou do artigo? Leia também o artigo Como a gestão de custos hospitalares impacta na tomada de decisões.  Acompanhe as nossas publicações e saiba mais sobre ferramentas e tecnologias para aperfeiçoar a gestão financeira e eliminar custos.

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