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Conheça 5 indicadores para laboratório de análises clínicas

Por José Roberto em 23 de fevereiro de 2021

Para garantir qualidade no atendimento e resultados satisfatórios enquanto empresa, é essencial acompanhar indicadores para laboratório de análises clínicas. É por meio desse monitoramento que a instituição tem condições de analisar como estão seus índices internos, por exemplo, a produtividade dos colaboradores.

Esse tipo de análise pode ser facilmente realizada se o laboratório contar com uma ferramenta de Business Intelligence (BI), que coleta e compila os dados, transformando-os em insights importantes para melhores tomadas de decisão.

Uma pesquisa da IT Forum 365 mostrou que o BI está entre as tecnologias que são foco de investimentos em mais de 73% das instituições de saúde com faturamento anual superior a R$ 2 bilhões. Mas mesmo em instituições de médio e pequeno porte, esse tipo de tecnologia pode trazer uma série vantagens, ao fornecer informações valiosas para os gestores.

Neste artigo, selecionamos 5 indicadores para laboratórios de análises clínicas que podem ser acompanhados por meio de um sistema de BI. Entenda a importância de monitorá-los, até mesmo para ter informações preditivas que auxiliem decisões sobre novos rumos para processos.

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Conheça os principais indicadores para laboratório de análises clínicas

Listamos aqui os indicadores mais importantes para o seu laboratório de análises clínicas monitorar. Entenda cada um deles e como uma ferramenta de BI pode ajudar a analisá-los.

1. Número de exames

Esse é um dos principais indicadores para laboratórios de análises clínicas para acompanhar o aumento ou a diminuição de pacientes atendidos. Dessa forma, com o auxílio do BI, é possível cruzar informações de pacientes por gênero, por exemplo.

Esse dado vai te ajudar a saber quantos profissionais homens e quantas profissionais mulheres é importante que o seu laboratório tenha, considerando que há exames para os quais os pacientes têm preferência por serem atendidos por alguém do mesmo sexo.

Esse é apenas um exemplo de informações que podem ser cruzadas para analisar a sua instituição. Entre outras tantas possibilidades, é possível acompanhar a idade dos pacientes, para determinar o número de crianças, por exemplo, que exigem profissionais que tenham mais habilidade com essa faixa etária.

2. Número de coletas refeitas

O número de coletas refeitas é outro indicador básico que deve ser monitorado pelo laboratório de análises clínicas, porque ajuda na gestão de quanto material é necessário para realização dos exames, além de mostrar possíveis problemas que estão provocando esses retrabalhos.

Por exemplo, pode ser que o quadro de profissionais de coleta do laboratório esteja formado por um número muito alto de pessoas inexperientes, o que pode contribuir para mais falhas nas coletas. Ou ainda pode ser que haja problema na etiquetagem das amostras, fazendo com que não sejam enviadas para análise no tempo correto ou para o local correto.

Com o apoio de uma ferramenta de BI, é possível identificar as razões que estão levando a um número alto de coletas refeitas para que seja resolvido antes de gerar um prejuízo maior.

3. Número de coletas domiciliares 

O número de coletas domiciliares aumentou muito com a pandemia do novo coronavírus, uma vez que os pacientes, para manter as recomendações de isolamento, passaram a solicitar que as coletas fossem feitas em casa.

Por isso, é importante contar com uma ferramenta de BI para monitorar o número dessas coletas e prever a quantidade de materiais necessários, o número de profissionais dedicados, além de recursos para o deslocamento deles até a casa do paciente.

4. Número de encaminhamentos para laboratórios de apoio

Alguns anos atrás, era comum que os laboratórios de análises clínicas contassem com laboratórios de apoio para uma parte pequena de exames mais complexos. Em geral, 80% dos exames eram realizados pelo próprio laboratório e 20% eram enviados para laboratórios parceiros.

No entanto, hoje muitas instituições contam com laboratórios de apoio para realizar boa parte dos exames — quando não, todos os exames. Para isso, é importante ter o controle do número e tipos de exames realizados, bem como das instituições que dão esse suporte. A partir do BI, é possível analisar o quão vantajoso é encaminhar cada um dos exames e para qual laboratório. Dessa forma, o gestor garante as melhores negociações para a realização dos exames externamente. 

5. Permanência do paciente dentro do laboratório

Uma ferramenta de BI também é útil para monitorar a permanência do paciente dentro do laboratório: o tempo de abrir uma ficha de cadastro, o tempo que o paciente fica em espera, o tempo que o paciente fica aguardando para preparo do exame, o tempo de colher a amostra para a análise clínica etc.

Essas informações são essenciais para compreender quais etapas são responsáveis por uma possível demora no atendimento e o que é preciso fazer para oferecer um serviço mais ágil e de mais qualidade para o paciente.

As muitas possibilidades do BI

Como dissemos, esses indicadores são apenas alguns exemplos de tudo o que uma boa ferramenta de BI pode proporcionar para um laboratório de análises clínicas.

Além disso, é possível monitorar várias unidades de uma mesma instituição, fazer análises estratégicas por período e tomar decisões para otimização de processos e mudanças na instituição.

Para saber mais sobre automação de processos em laboratórios, otimizando do atendimento ao faturamento, sugerimos que você leia este conteúdo:

[Infográfico] Automação de processos no laboratório


Sobre o autor

José Roberto é Product Owner de Medicina Diagnóstica. Com mais de uma década na Pixeon, desenvolvendo-se nas áreas de implantação de sistemas e pesquisa e desenvolvimento com foco em produtos. Apaixonado por tecnologia, corridas de ruas e desenvolvimento de hábitos saudáveis. Acredita que a tecnologia transforma a saúde, com maior eficiência nos diagnósticos, sem perder a humanização no tratamento das pessoas.

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