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Conheça 5 indicadores para laboratório de análises clínicas

Por Equipe Pixeon em 2 de março de 2022
Conheça 5 indicadores para laboratório de análises clínicas

Para garantir qualidade no atendimento e resultados satisfatórios na sua gestão, é essencial acompanhar indicadores específicos para laboratórios de análises clínicas. Por meio desse monitoramento, as instituições podem analisar como estão seus índices internos e encontrar oportunidades de melhorias.

Esse tipo de análise pode ser realizada com Business Intelligence (BI), uma ferramenta que coleta e compila os dados, transformando-os em insights para apoiar as tomadas de decisão. 

Neste artigo, selecionamos 5 indicadores para laboratórios de análises clínicas que podem ser acompanhados por meio de um sistema de BI. Confira!

Saiba como escolher o melhor software para o seu laboratório: [Checklist] O que considerar ao buscar um sistema para laboratórios?

 

Conheça 5 indicadores para laboratório de análises clínicas

 

Conheça os principais indicadores para laboratório de análises clínicas

Listamos aqui os indicadores mais importantes para laboratórios de análises clínicas. Entenda a importância de monitorá-los e como a ferramenta de BI pode contribuir.

 

1. Número de exames

Esse é um dos principais indicadores para acompanhar o aumento ou a diminuição de pacientes atendidos. Com o auxílio do BI, é possível cruzar diversas informações de pacientes, como por sexo, por exemplo. Esse dado pode ajudá-lo a descobrir quantos profissionais homens e quantas profissionais mulheres devem compor seu corpo clínico, uma vez que, dependendo do tipo de exame, os pacientes preferem ser atendidos por alguém do mesmo sexo.

Também é possível obter dados sobre a idade dos seus pacientes, o que é útil para identificar quais faixas etárias mais procuram seus serviços. Se forem crianças, por exemplo, você pode então priorizar a contratação de profissionais que tenham mais habilidade para lidar com elas e preparar um espaço para melhor acolhê-las.

 

2. Número de coletas refeitas

O número de coletas refeitas é outro indicador básico que deve ser monitorado por laboratórios de análises clínicas, pois ajuda na gestão de insumos e materiais utilizados nos exames. Você pode, então, saber qual a quantidade necessária para cada procedimento e identificar possíveis problemas que provocam os retrabalhos.

Uma das razões para um elevado número de coletas refeitas pode ser o nível de experiência dos seus profissionais. Se a pessoa responsável pela coleta ainda for inexperiente, isso pode aumentar a ocorrência de falhas durante o exame. 

Outra possibilidade são problemas na etiquetagem das amostras, o que pode resultar no envio tardio das amostras para análise ou mesmo o encaminhamento para o local incorreto.

 

3. Número de coletas domiciliares 

O número de coletas domiciliares aumentou muito na pandemia, como uma medida para atender as recomendações de distanciamento social. Mas esse serviço também ganhou importância pela comodidade e acessibilidade proporcionadas. 

Pessoas podem ter seu material coletado no trabalho ou em casa, e aquelas que não podem se deslocar até um laboratório por alguma condição de saúde, podem ter acesso a exames de forma mais fácil.

Por isso, é importante contar com uma ferramenta de BI para monitorar o número dessas coletas e prever a quantidade de insumos e materiais necessários, o número de profissionais dedicados, além de recursos para o deslocamento deles até a casa do paciente. O BI ajuda, ainda, a organizar o atendimento de acordo com a disponibilidade e localização da pessoa responsável pela coleta.

 

4. Número de encaminhamentos para laboratórios de apoio

Alguns anos atrás, era comum que os laboratórios de análises clínicas contassem com laboratórios de apoio para uma parte pequena de exames mais complexos. Em geral, 80% dos exames eram realizados pelo próprio laboratório e 20% eram enviados para laboratórios parceiros.

No entanto, hoje muitas instituições contam com laboratórios de apoio para realizar boa parte dos exames — quando não, todos os exames. Para isso, é importante ter o controle do número e tipos de exames realizados, bem como das instituições que dão esse suporte. 

A partir do BI, é possível analisar o quão vantajoso é encaminhar cada um dos exames e para qual laboratório. Dessa forma, o gestor garante as melhores negociações para a realização dos exames em outros estabelecimentos.

 

5. Permanência do paciente dentro do laboratório

Uma ferramenta de BI também é útil para monitorar a permanência do paciente dentro do laboratório: o tempo de abrir uma ficha de cadastro, o tempo que o paciente fica em espera, o tempo que o paciente fica aguardando para preparo do exame, o tempo de coleta para a análise clínica , entre outros indicadores.

Essas informações são essenciais para compreender quais etapas são responsáveis por uma possível demora no atendimento e o que é preciso fazer para oferecer um serviço melhor.

Será que a sua instituição está entregando o que pode? Descubra no Quiz: Qual o grau de eficiência do seu laboratório?

 

Conheça 5 indicadores para laboratório de análises clínicas

 

As muitas possibilidades do BI

Os indicadores são apenas alguns exemplos de tudo o que uma boa ferramenta de BI pode proporcionar para um laboratório de análises clínicas. Um BI eficiente oferece recursos para processar grandes volumes de dados e transformá-los em informações estratégicas para a gestão da sua instituição. Você pode até acompanhar indicadores da forma on-line, de onde estiver, o que proporciona mais agilidade na tomada de decisão. 

Mas o BI vai além do monitoramento de métricas. A solução pode contribuir para melhorar o cuidado ao paciente através da automação de processos. 

Ferramentas de BI acompanham o histórico de um paciente na instituição — o que facilita a escolha por tratamentos mais assertivos — e torna o atendimento ao paciente mais eficaz, reduzindo, por exemplo, os erros de preenchimento de informações e a entrega de resultados.

 

Integração para garantir inteligência de dados

Para um laboratório de análises clínicas ter sucesso com BI, garantir a integração de dados é fundamental. Esses dados, no entanto, precisam ser relevantes para a instituição, estar atualizados e serem facilmente acessados para que todas as informações circulem apenas em meio digital.

Assim, para ter inteligência de dados na sua organização, você precisa contar com um sistema de gestão robusto, ou seja, com um LIS (Laboratory Information System) com recursos para automatizar, controlar e registrar todos os processos.

Um sistema de gestão específico para atender a rotina de um laboratório deve permitir:

  • Rastreabilidade de todos os processos;
  • Integração entre laboratórios de apoio e outros sistemas operacionais;
  • Interfaceamento de equipamentos;
  • Controle de materiais, reagentes e outros insumos;
  • Coletas e recebimento de amostras.

Quanto mais completas e atualizadas são as informações, melhor os resultados obtidos com uso do BI.

 

BI: sua instituição reconhecida pelos serviços prestados

Ao investir em BI, no monitoramento de indicadores e em sistemas de gestão específicos para laboratório de análises clínicas, você está investindo na imagem da sua instituição. Isso porque os pacientes estão mais interessados em usufruir dos serviços de um estabelecimento que se dedica a melhoria contínua de seus processos e que tenha interesse em otimizar sempre o atendimento.

Seu laboratório pode, inclusive, obter uma acreditação laboratorial que, entre outros pontos, avalia se a instituição faz o acompanhamento de indicadores. Apesar de não ser obrigatória, a certificação atesta a credibilidade dos resultados de exames, assim como a qualidade e a segurança dos processos executados por um laboratório.
 

 

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