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O que é controle de qualidade laboratorial?

Por Equipe Pixeon em 28 de julho de 2022

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O controle de qualidade laboratorial faz parte do manual de boas práticas em saúde e é uma exigência da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Essa prática, regulamentada pela RDC 302 (Resolução da Diretoria Colegiada), define os requisitos necessários para que um laboratório ou posto de coleta – público ou privado – realize exames de patologia, análises clínicas e citologia.

A legislação padroniza critérios sanitários para o atendimento em laboratórios, visando proporcionar uma experiência mais segura e satisfatória aos pacientes que utilizam os serviços. As empresas que cumprem essa norma estão, portanto, prezando pela qualidade da assistência oferecida e, assim, se posicionando no mercado enquanto instituições íntegras e responsáveis.

O controle de qualidade laboratorial se relaciona com esse contexto porque, a partir dele, é possível avaliar se os critérios necessários para um atendimento de excelência estão sendo devidamente cumpridos. Neste conteúdo, falaremos da importância dessa prática e dos aspectos que você precisa considerar para fazer um controle rígido e bem-sucedido. Vamos lá!

 

O que é o controle de qualidade laboratorial?

O controle de qualidade laboratorial consiste em conjunto de ações pensadas para trazer mais segurança, eficiência e qualidade ao processo de realização de exames. As normativas definem uma série de parâmetros que são utilizados para medir o nível da qualidade de um serviço laboratorial, bem como para garantir a integridade dos pacientes e evitar erros nos resultados clínicos.

 

Por que fazer o controle da qualidade laboratorial?

Além do fator humano – de se comprometer com a qualidade da assistência prestada aos pacientes – o controle dos processos laboratoriais é importante porque atesta que a instituição está apta a funcionar. Inclusive, a concessão dos alvarás depende dos resultados desse controle.

Conforme a Resolução RDC 302 da Anvisa, que citamos no início do conteúdo, os requisitos que devem ser priorizados no controle da qualidade laboratorial incluem as condições gerais de organização do espaço, a infraestrutura do local, os recursos disponíveis – equipamentos e instrumentos, por exemplo –, as práticas de gerenciamento de resíduos, entre outros fatores relevantes em termos de biossegurança.

Esse conjunto de critérios é que define a qualidade do serviço oferecido pelas instituições, de modo que os pacientes tenham uma experiência satisfatória e eficiente, sem abrir mão da agilidade nos processos. Outro ponto decisivo quanto à importância do rigor no controle laboratorial é a minimização de erros que poderiam comprometer o resultado dos exames, inclusive colocando em risco a saúde dos pacientes.

 

Como fazer o controle da qualidade laboratorial?

 

Vamos agora aos principais aspectos que é preciso considerar para garantir o controle de qualidade laboratorial.

 

Calibragem dos equipamentos

A calibragem dos equipamentos é fundamental para a qualidade das entregas e, consequentemente, para o rigor dos resultados das análises realizadas. Esse procedimento precisa ser feito de maneira regular, visando manter os resultados sempre em conformidade com os padrões de acreditação.

Na prática, funciona assim: antes de iniciar a rotina diária no laboratório, um profissional coloca o kit reagente em cada equipamento para aferi-lo. Esse kit atua como um material real de exame – cujo resultado já é conhecido. Assim, é possível testar a precisão do aparelho, garantindo que os exames feitos naquele dia sairão corretos. 

 

Certificações e acreditações em saúde

As acreditações na área da saúde atestam e reconhecem a qualidade dos serviços de clínicas e laboratórios. Para conquistar essas qualificações, além de se manter dentro da legislação brasileira, é necessário ter uma rotina diária de controle de qualidade de todos os equipamentos e dependências do laboratório.

Outras variáveis também podem influenciar na alteração de um resultado, como a temperatura de uma sala ou o tipo de iluminação. Nesse sentido, contar com um sistema de gestão inteligente – capaz de identificar alterações de resultados, entre outras falhas – auxilia bastante na busca pelas acreditações, garantindo assim a credibilidade do serviço prestado ao paciente.

Saiba mais sobre sistemas inteligentes em saúde e conheça os avanços tecnológicos que estão revolucionando os processos corporativos nas instituições! 

O que é controle de qualidade laboratorial?

 

Validação de dados dos pacientes

Erros na identificação de dados de um paciente podem gerar grandes transtornos para uma instituição de saúde. Por esse motivo, a validação das informações dos pacientes deve ser feita com muito rigor. Novamente, um sistema automatizado – como o LIS, da Pixeon, é um excelente suporte para essa demanda, pois auxilia na nomeação dos tubos e compartimentos de amostras recolhidas e, assim, evita erros na identificação dos dados.

Falando em dados, é preciso estar atento também ao que diz a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) quanto às informações pessoais dos pacientes. Portanto, quando for escolher um sistema inteligente para a gestão de dados na sua instituição, certifique-se de que os critérios de segurança da plataforma estão bem definidos.

Se você quer entender melhor como funciona a LGPD nas instituições de saúde, acesse este conteúdo e veja quais são as recomendações de segurança e compliance para soluções na nuvem!

O que é controle de qualidade laboratorial?

 

Interfaceamento de resultados

O interfaceamento dos resultados ajuda a aumentar a segurança no laboratório. Com um sistema digital, as informações sobre os exames que serão realizados pelo paciente são encaminhadas de forma automática para os profissionais que farão a coleta. Isso traz agilidade ao processo, além de evitar falhas na hora da coleta, apresentando ao usuário os exames cadastrados em conformidade com o pedido médico.

 

Indicadores de desempenho

Outra forma de fazer o controle de qualidade laboratorial é por meio dos Benchmarking dos indicadores de desempenho laboratorial. É comum que, para essa demanda, os laboratórios procurem outras instituições, com altos níveis de qualidade, para comparar e aprimorar seus resultados. Assim, a partir de uma análise minuciosa, é possível identificar os pontos fortes e aqueles que precisam ser ajustados.

Vale lembrar ainda que a coleta dessas informações precisa ser ágil e detalhada, visando otimizar a tarefa e não desperdiçar tempo operacional das equipes. Nesse sentido, a tecnologia também é peça-chave, pois permite capturar dados de forma efetiva e em tempo recorde.

Em resumo, podemos dizer que os avanços tecnológicos dão o suporte necessário ao controle de qualidade laboratorial. Com o apoio das ferramentas digitais, a rotina no laboratório fica mais fluida e otimizada. Além disso, as ferramentas inteligentes conseguem manter integradas todas as demandas laboratoriais, centralizando a base de dados da instituição para evitar falhas nos procedimentos.    

Ou seja, investindo em um sistema que auxilie no controle de qualidade dos resultados o laboratório só tem a ganhar, pois os processos se tornam mais eficientes, as equipes ficam mais produtivas e os pacientes têm uma experiência diferenciada.

Quer saber mais a respeito? Entenda como a tecnologia aprimora o dia a dia nas instituições de saúde e veja o que considerar ao buscar um sistema inteligente para laboratórios!

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